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CRE debate situação atual do Líbano

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) promove na quinta-feira (23) audiência pública remota para debater os problemas atuais do...

20/09/2021 às 08h10
Por: Portal Noticiasdasuacidade.com Fonte: Agência Senado
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O senador Nelsinho Trad (à dir.) foi autor do requerimento, que foi subescrito pela senadora Kátia Abreu e pelo senador Esperidião Amin - Leopoldo Silva/Agência Senado
O senador Nelsinho Trad (à dir.) foi autor do requerimento, que foi subescrito pela senadora Kátia Abreu e pelo senador Esperidião Amin - Leopoldo Silva/Agência Senado

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) promove na quinta-feira (23) audiência pública remota para debater os problemas atuais do Líbano. A reunião tem início às 10h na sala 7 da ala Alexandre Costa.

O debate contará com a participação do embaixador do Brasil no Líbano, Hermano Telles Ribeiro; da encarregada de negócios da embaixada do Líbano em Brasília, Carla Jazzar; do pesquisador de Harvard e do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), Hussein Kalout; e do jornalista Guga Chacra. 

O requerimento para a realização do debate foi apresentado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e subscrito pelo senador Esperidião Amin (PP-SC) e pela senadora Kátia Abreu (PP-TO).

“Há um ano o mundo assistiu incrédulo às imagens que provinham da capital do Líbano. Beirute foi palco de uma das mais violentas explosões não nucleares da história. A cidade ficou parcialmente destruída. Cerca de 300 mil pessoas ficaram desalojadas. A população chora a perda de mais de 200 vidas. Há, ainda hoje, mais de duzentas pessoas desaparecidas. Com um território com pouco mais da metade do estado de Sergipe e seis milhões de habitantes, o país divide-se em 19 comunidades religiosas reconhecidas. O país viu seu PIB (Produto Interno Bruto) cair 25%, em 2020, e a inflação subir 88%, segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional). Oitenta por cento do que os libaneses consomem vêm de fora. O problema é que a moeda local, a lira, desvalorizou-se 85% desde o ano passado. Hoje, 100% da população depende, em algum nível, de ajuda humanitária para viver, segundo estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas)”, destaca Nelsinho Trad no requerimento.

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