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Agosto Lilás: Sesau promove lives de conscientização contra violência doméstica

A primeira live vai acontecer nesta segunda-feira (2), às 20h, e vai discutir os avanços e desafios no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher

02/08/2021 às 16h23
Por: Portal Noticiasdasuacidade.com Fonte: Assessoria
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Agosto Lilás: Sesau promove lives de conscientização contra violência doméstica

Durante todo o mês de agosto, que é dedicado ao combate à violência contra mulher, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) irá promover várias lives de conscientização sobre o tema. As palestras serão veiculadas no canal do Yotube do Centro de Diagnóstico e Imagem Professor Alberto Cardoso (Cedim). Neste ano, o Agosto Lilás comemora 15 anos da Lei Maria da Penha.

A primeira live vai acontecer nesta segunda-feira (2), às 20h, e vai discutir os avanços e desafios no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Além das lives, na sexta-feira (6), também vai ocorrer um adesivaço em frente à Casa Vieira, no bairro Farol, em Maceió, onde serão entregues adesivos em alusão à campanha.

De acordo com a psicóloga e referência técnica no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulher, Inês Brandão, durante o ‘Agosto Lilás’ serão realizadas 10 lives, onde serão trabalhadas as 10 Regiões de Saúde de Alagoas, com municípios polos. Os gestores dessas cidades irão mobilizar os demais municípios para que também estejam presentes nas palestras.

“Uma atitude pode salvar vidas. Calar também é crime. É preciso que os profissionais, tomando conhecimento de alguma situação de violência, denunciem aos órgãos competentes, no intuito de que, juntos, possamos livrar essa vítima de uma agressão maior, que chegue ao feminicídio”, diz a psicóloga.

RAVVS – Para ajudar nos casos de violência contra mulher, a Sesau criou, em outubro de 2018, a Rede de Atenção às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS). No Hospital da Mulher (HM), em Maceió, há uma Área Lilás para atender esses casos. Conforme a Lei Maria da Penha, de nº 11.340, a violência doméstica e familiar compreende cinco tipos: física, sexual, moral, patrimonial, e a psicológica.

“A RAVVS foi uma grande conquista e um grande benefício para as vítimas de violência sexual no Estado de Alagoas. Hoje, temos uma equipe multiprofissional qualificada e com um atendimento humanizado para assistir essas vítimas. Um local adequado já para fazer um B.O. [Boletim de Ocorrência], um exame”, explica, Inês Brandão

A coordenadora da RAVVS, Camille Wanderley, relata que o perfil de maior incidência da violência sexual são crianças e adolescentes, e que, na maioria dos casos, os agressores são do sexo masculino e possuem vínculos afetivos e de confiança com as vítimas. Os números de atendimento na RAVVS mostram que, até o dia 28 de julho de 2021, 392 mulheres vítimas de violência sexual foram atendidas pela rede no Estado. No ano passado esse total foi de 598 mulheres atendidas.

A qualquer sinal de violência contra a mulher é necessário ligar para os números 180 ou 181 e fazer a denúncia. “Aquela história que, em briga de marido e mulher não se mete a colher, é coisa do passado. Não existe mais isso. Mete sim. A gente interfere. É um assunto que temos que discutir”, diz Inês Brandão.

Sobre a Área Lilás no HM – O espaço conta com uma equipe multiprofissional capacitada para realizar o atendimento humanizado por meio de psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, ginecologistas, pediatras, médicos peritos e policiais civis, promovendo a assistência integral em um único lugar.

O atendimento foi preparado com todo o cuidado, contando com recepção própria, local de acolhimento da família, consultórios, leitos de observação, espaço do chá, árvore da esperança e fraldário. No local são ofertados serviços de atenção às vítimas de violência sexual, tais como, profilaxia das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e HIV, anticoncepção de emergência, exames laboratoriais, coleta de vestígio, aborto previsto em lei, boletim de ocorrência, assessoria jurídica, grupos de apoio e acompanhamento médico e psicossocial, por até seis meses, após a violência.

 

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