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Saúde História

HEA 18 anos: Histórias de quem viu o hospital chegar à maioridade

O atual diretor-médico do HEA, Vanderly Rezende, lembra que foi necessário treinar o pessoal do centro cirúrgico. “Uma equipe completa, com vários profissionais de diversas especialidades, e todos dispostos a aprender como lidar com toda aquela novidade, com sede para que desse certo”, buscou na memória

20/07/2021 14h36
Por: Portal Noticiasdasuacidade.com Fonte: Assessoria
Repórter: Tony Medeiros Fotos: Aline Silva e Tony Medeiros
Repórter: Tony Medeiros Fotos: Aline Silva e Tony Medeiros

Quase duas décadas de existência e muitas histórias para contar. Na terceira reportagem da Série “HEA: Há 18 anos salvando vidas”, você vai acompanhar o relato de servidores concursados, que integram os quadros do hospital antes mesmo da sua abertura. Profissionais que aprenderam, na prática, a arte de salvar vidas., seja assegurando direitos, fazendo cirurgias ou cuidando da manutenção predial.

Quando a então Unidade de Emergência do Agreste (UEA) foi inaugurada, iniciava uma nova era na saúde em Arapiraca. Começava a história de uma unidade hospitalar sempre pronta para encarar desafios.

No início, muitos profissionais não tinham experiência com emergência, traumas. Alguns equipamentos estavam chegando. Aqueles que passaram no concurso, foram submetidos a capacitações feitas por profissionais mais experientes. Adequaram espaços, serviços, enquanto a porta não abria definitivamente para atendimento ao público.

 

O atual diretor-médico do HEA, Vanderly Rezende, lembra que foi necessário treinar o pessoal do centro cirúrgico. “Uma equipe completa, com vários profissionais de diversas especialidades, e todos dispostos a aprender como lidar com toda aquela novidade, com sede para que desse certo”, buscou na memória.

“O tempo mostrou que estávamos certos. A presença da Unidade de Emergência trouxe para Arapiraca ótimos profissionais, ampliou o setor de atendimento médico. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, veio pra dar ainda mais ênfase neste trato com a saúde local. Quantas pessoas morriam no caminho pra Maceió e depois da UE e do Samu, passaram a ter esse suporte de tempo/resposta no transporte e atendimento qualificado. O HE do Agreste tem um índice muito elevado de aprovação, porque não fazemos distinção de classe social. Tratamos todos por igual”, salientou o médico Vanderly Rezende.

Atendimento – As assistentes sociais Marli Pires e Cléa França chegaram logo no começo da história do HEA. “A gente tinha passado no concurso e aguardava ansiosa ser chamada. Ganho pra gente do ponto de vista profissional quanto para o município. Arapiraca já carecia de uma unidade de pronto atendimento. Muitos municípios foram beneficiados pela abertura da unidade de emergência”, disse Cléa.

“No começo não abriu logo as portas. A gente ficou um período sem atendimento. Vinha para cumprir a carga horária e para estruturar o serviço”, revelou Marli.

Paralelo a isso, as equipes visitavam outros hospitais em busca de conhecimento e experiência. Saber como era o fluxo de pacientes e a prática profissional. “Arapiraca, nestes 18 anos, cresceu muito e, de certa forma, o hospital acompanhou este crescimento. A parceria com outros hospitais também foi fundamental. Pacientes esperavam vários meses para serem transferidos para uma cirurgia eletiva em outro hospital. Mas, hoje, tem uma rede de atendimento para acelerar e facilitar a vida dos pacientes”, declarou Marli.

“O trabalho aqui é muito profissional e acolhedor. Trabalho dos diversos setores funciona em equipe para ter assistência de qualidade ao paciente e familiares”, destacou Cléa.

Rosane Mary Melo tem 37 anos de experiência em saúde. Técnica em enfermagem lembra do período de preparação para abrir as portas da então Unidade de Emergência do Agreste. “Quando olho pra toda esta história, imagino quantas vidas foram salvas, porque não precisaram fazer uma viagem exaustiva para Maceió. E aqui encontraram acolhimento. Tiveram uma nova oportunidade na vida. Tudo isso só funciona porque a gerência-geral apoia as boas práticas, conversa, está sempre junto dos profissionais” relatou.

Manutenção – Amilton é sempre visto nos corredores do HEA. Não usa jaleco. Tá sempre apressado como se fosse atender algum paciente. Amilton é o coordenador de manutenção elétrica, hidráulica e de gases medicinais.

Amilton geralmente é lembrado quando o serviço apresenta algum defeito. Pra ele, isso não é problema. Gosta da correria para ajeitar aqui e ali, alguma obra, alguma melhoria. Chegou no hospital há 16 anos. Viu e participou de toda esta evolução positiva do HEA.

“Muito bom trabalhar aqui. O clima é de companheirismo, de amizade. É gratificante ver tudo funcionando perfeitamente. Nosso trabalho na manutenção é dar o suporte para que todos os outros setores funcionem a todo vapor. No final, também ajudamos a salvar vidas”, disse Amilton Silva.

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