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Alagoas MVV no Agreste

Mineração Vale Verde entrega Projeto Serrote em cerimônia marcada pela emoção

Com 100% das obras concluídas, empreendimento agora inicia os testes de comissionamento com minério de cobre

17/06/2021 às 16h43
Por: Portal Noticiasdasuacidade.com Fonte: Assessoria
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Mineração Vale Verde entrega Projeto Serrote em cerimônia marcada pela emoção

Nesta quarta-feira (16), no Agreste alagoano, mais precisamente na cidade de Craíbas, aconteceu a cerimônia de conclusão das obras do Projeto Serrote. Foi olhando fixamente para o horizonte, mas sonhando junto, que a Mineração Vale Verde (MVV) pôde construir o seu empreendimento de beneficiamento do concentrado de cobre.

A partir de uma curva de aprendizado e experiência, a MVV apostou em um novo jeito de fazer mineração apresentando um projeto enxuto e eficiente para a extração e beneficiamento do minério.

São premissas da MVV, empresa que pertence ao Grupo Appian Capital Brazil, o foco em segurança, responsabilidade, ética e resiliência.

Após muitos desafios enfrentados, paralisações devido às instabilidades de mercado e retomada enfrentando a recente pandemia da COVID-19, a MVV celebrou ontem a entrega do Projeto Serrote. O evento foi prioritariamente online, apenas com presença de representações de algumas autoridades, empregados, moradores das comunidades vizinhas e jornalistas.

A transmissão ao vivo ocorreu em um link que foi disponibilizado pelo hotsite www.inauguracaomvv.com.br — onde também há uma linha do tempo da MVV — e no evento e-Mineração: Evento de Negócios, organizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Mesmo sendo realizada de forma remota a cerimônia foi marcada pela emoção. Os presentes estavam visivelmente tocados pelo momento, um marco para o Estado de Alagoas.

Além da geração de empregos (no pico de obras, foram mais de 2,1 mil se revezando em turnos; em breve, na fase de Operação, a MVV gerará cerca de 600 empregos diretos e 1,8 mil indiretos), a empresa tem agido junto à população local ampliando oportunidades de transformação social positiva, sempre de forma sustentável e com bastante diálogo.

Outro ponto emocionante foi que, por conta da pandemia, a maior parte dos empregados da MVV assistiram a tudo a partir de uma plateia online, a fim de que pudessem participar ativamente da celebração.

A analista de Relações Comunitárias, Gyslane Chaves, ficou muito feliz por esta grande conquista do Grupo Appian Brazil e da MVV. “No final deste ano, faço 10 anos aqui. Ter uma empresa como essa, no Estado onde nasci, é indescritível. É uma empresa que olha para o entorno e não apenas para si. As pessoas — sejam elas empregados ou moradores vizinhos — crescem junto”, pontua Gyslane.

No local do evento, ocorrido em um espaço aberto no platô da Britagem Primária, estava também o supervisor de Almoxarifado da MVV, Juliano Silva.

Ficou a cargo dele tocar o sino, representando mais uma meta atingida pela companhia. Ele igualmente se emocionou muito, já que nasceu no Sítio da Laje, onde está situada hoje a mina.

"Em 2008, quando entrei, fui a uma mineradora no Mato Grosso e passei três meses por lá. Vi que aquilo poderia um dia ser realidade aqui no Agreste. Obrigado à Appian Brazil por acreditar na força de trabalho do nosso povo alagoano e acreditar no Projeto Serrote”, diz ele, que é professor de Química e bacharel em Administração com dois MBAs.

Juliano chegou na MVV como auxiliar de Laboratório e hoje é um dos líderes da empresa, vestindo, de fato, a camisa com ética e responsabilidade.

É esse o espírito que o CEO do Grupo Appian Brazil, Paulo Castellari, ressalta: “Todos nós somos mineradores. Todos nós estamos procurando alguma coisa. Todos os setores, todas as indústrias e cadeias de valor passam por um processo muito similar a este nosso da mineração (estudo, construção, exploração e geração de valor). Estamos hoje todos juntos aqui porque compartilhamos um mesmo sonho. Há pessoas aqui com mais de 10 anos na empresa. Elas ficaram, acreditaram que era possível. Outras pessoas chegaram há pouco a esta organização no Brasil; elas deixaram suas empresas anteriores para se juntarem a nós. Essa mina, essa frota de caminhões, essa planta, o laboratório e a pilha de estoque, tudo isso agora está concretizando os nossos valores", comenta Castellari.

Paulo continuou seu discurso afirmando que o Serrote quebra uma série de paradigmas com uma mineração inteligente, segura e que gera valor.

“Sua conclusão demorou por conta da abordagem alterada, com uma proposta mais enxuta. Essa é uma conquista de todos nós! Obrigado a vocês que fizeram isso aqui acontecer, nossos empregados e terceirizados. Vocês podem trabalhar em qualquer empresa do Brasil e do mundo! Sou privilegiado pelo time que temos. Foi, de fato, um esforço conjunto. Agradeço imensamente ao governador de Alagoas, Renan Filho, ao secretário Rafael Brito — por todos seus esforços quando à frente da pasta de Desenvolvimento Econômico do Estado — e aos nossos acionistas”, ressalta o CEO do Grupo.

Além de Renan Filho e Rafael Brito (hoje secretário de Estado da Educação), estiveram presentes autoridades como o prefeito de Craíbas, Teófilo Pereira; a secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rosa Lira, representando o prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa; o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), Alexandre Vidigal; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), Marcius Beltrão; o diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL), Gustavo Lopes; e diversas representações do setor mineral, do poder Executivo e Legislativo.

“Não há possibilidade no discurso contemporâneo de transição e de mudança de hábitos sem empreendimentos como este. E o Projeto Serrote não é um empreendimento do presente, mas, sim, do futuro. Estamos aqui em um ambiente festivo e de inauguração, mas, sobretudo, em um ambiente de profunda transformação econômica e social para essa região importantíssima do Agreste, pois haverá nos próximos anos, devido à MVV, um crescimento de 8% no PIB [produto interno bruto] da região. Estima-se um movimento das economias locais na ordem de 80 milhões de reais, entre tributos, insumos, serviços de fornecedores e dinheiro que circula nesses municípios a partir dos salários pagos aos empregados da MVV”, pontua Alexandre Vidigal, da MME.

Ele referenciou aqui, nas entrelinhas, a grande procura pelo cobre nos próximos anos, devido à eletrificação dos automóveis. Os carros elétricos utilizarão, em breve, cinco vezes mais cobre (cerca de 80 kg em cada veículo elétrico). "O cobre é o novo pré-sal. Mais verde, mais limpo", conclui.

Segundo Renan Filho, é para investimentos como este que ele tem trabalhado por um governo mais moderno e de oportunidades.

“Acompanho este empreendimento desde o início. Houve dificuldades durante a implantação, como a falta d’água e de energia — com a vinda da MVV, vieram também as subestações para Arapiraca e a Adutora do Agreste, dando maior segurança para a região. Agora estamos duplicando a rodovia que liga Arapiraca a Maceió para a melhoria do escoamento de produtos. Enquanto fazemos nosso papel de ente público, sempre com o amanhã melhor que ontem, a MVV, enquanto empresa privada, igualmente se importa com o social. Isso é para quem tem vocação. Cada vez mais no mundo moderno, a iniciativa privada tem dialogado com essa perspectiva, especialmente quem se propõe às novas agendas do século 21. Vemos que a MVV está engajada em melhorar a socioeconomia do local onde está inserida. Tenha certeza que este é um projeto importante para a geração de riqueza para essa região. Estou muito feliz de estar aqui hoje”, diz o governador.

Renan ainda mencionou a doceira Cícera Souza, de 40 anos, que nasceu e se criou onde hoje é a mina do Projeto Serrote, no Sítio da Laje. Hoje ela mora na comunidade Ipojuco e se diz muito feliz com as oportunidades que a MVV tem oferecido a partir do Empreendedorismo Feminino, um dos projetos sociais da empresa.

"Muita gente gostaria de estar aqui hoje e dizer: muito obrigada! Posso representá-las e agradecer por tudo o que a empresa de vocês tem feito de mudança em nossas vidas", conta ela, quando chamada ao palco.

No local, representando a cultura genuinamente nordestina, dois artistas da terra executaram o Hino Nacional na sanfona. Foram os arapiraquenses Márcio Vieira e Maxsuel Silva.

Houve homenagens ao gerente geral de Operação da MVV, Tony Lima, e ao gerente geral de Implantação, Leandro Tunussi, com a entrega da árvore-símbolo da empresa, a Timbaúba, na cor cobre, representando o minério extraído por nossa empresa. A esposa de Tony, a jornalista Simone Cardoso, foi quem subiu ao palco para fazer a entrega a ele, simbolizando esse suporte precioso que temos em nossas casas, que é o maior motivo de trabalharmos todos os dias com foco, responsabilidade e resiliência, sempre com a Segurança em primeiro lugar.

A entrega do Projeto Serrote é um marco para o Estado, afinal, a empresa é a primeira de metais básicos em Alagoas e o maior investimento privado da última década. Desde sua chegada em 2007, já foi investido cerca de R$ 1 bilhão.

Com 100% das obras concluídas, a MVV inicia os seus testes de comissionamento com carga, agora rumo ao start-up da planta industrial. O Projeto terá 14 anos de vida útil em sua mina, com possibilidade de expansão futura.

Anualmente, serão produzidas 50 mil toneladas de concentrado de cobre. O escoamento dessa produção será via porto, com destino ao mercado asiático.

PREVENÇÃO CONTRA A COVID-19

A MVV, sensível à necessidade de celebrar com segurança a conclusão das obras de implantação do Projeto Serrote, optou por realizar o evento prioritariamente online, com apenas representação presencial de algumas autoridades do poder público, empregados, lideranças comunitárias e líderes da empresa. Desse modo, a cerimônia foi transmitida ao vivo para que a plateia virtual pudesse acompanhar cada etapa do evento.

Para participação do público presencial, foi estabelecido um rígido protocolo de prevenção à disseminação da COVID-19. Por isso, algumas ações foram realizadas: 

100% do público presente foi testado para a COVID-19 em até 48 horas antes do evento, garantindo assim um controle maior sobre o momento atual de saúde dos convidados em relação ao vírus. O teste realizado foi o PCR, padrão ouro para a identificação de uma eventual contaminação;

As temperaturas dos convidados foram aferidas no momento de chegada à sede da MVV, em Craíbas, e máscaras PFF2 foram distribuídas para garantia de maior proteção. O devido uso da máscara PFF2 foi condição obrigatória durante todo o evento;

As cadeiras foram posicionadas conforme o protocolo de Segurança estabelecido por órgãos de saúde;

O evento ocorreu em local aberto, no platô da praça de Britagem Primária, com ampla visão panorâmica do empreendimento industrial;

Totens de álcool 70% INPM estavam disponíveis em pontos estratégicos, assim como pias com água e sabão para higienização das mãos. Foi realizada recomendação de uso frequente; e 

Uma equipe de profissionais treinada para intervenção em casos de descumprimento das regras estava atenta durante todo o evento.

A MVV e a Appian Capital Brazil reforçam seu compromisso com a Segurança de todos e no combate à pandemia da COVID-19. Ao realizar um evento online e com representações presenciais, o fez de forma controlada e com as melhores práticas de prevenção à pandemia, entendendo que o “novo normal” deve ser construído dia após dia, de forma responsável e segura, conforme preconizado pelos órgãos de saúde.

SOBRE A APPIAN BRAZIL

O Grupo Appian Capital Brazil é a plataforma no país da Appian Capital Advisory, que é um fundo de investimento privado — Private Equity —, com sede em Londres, e com atuação exclusiva nos setores de mineração e metalurgia.

No Brasil, a Appian se estabeleceu em 2018 com a aquisição de dois ativos, a Atlantic Nickel — operação de níquel sulfetado no sul da Bahia — e a MVV.

Atualmente, a Appian Capital Brazil já estuda a expansão no país com a aquisição de novos ativos. A Appian e todas as suas empresas possuem o compromisso com as melhores práticas ESG, incluindo a conformidade com os Princípios do Equador e os Padrões de Desempenho da IFC sobre Sustentabilidade Social.

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